Sobre a entrevista de Joesley Batista à Época

E basicamente é isso o que eu acho sobre a entrevista de Joesley à Época. Ele falou tanto em Temer, Cunha e sua turma, a ponto de chamar Temer de chefe da maior quadrilha (e Lula, onde fica nessa história?), que desconfio que esse foco dele em Temer & Cia deve ter sido motivado por algo pessoal que lhe atingiu, e então ele resolveu se vingar dessa forma.

O cara era propina pra lá, propina pra cá, e agora vem dizer que é porque “aquela gente é perigosa” e ele não podia ficar distante, mas também não tão próximo. Vê se isso tem cabimento? Dando uma desculpa esfarrapada para justificar as propinas. E ele, rico do jeito que é e cheio de interesse em coisas do governo que lhe beneficiasse, vai dizer que só negociou a vida toda com Temer e o pessoal do PMDB? Duvido. Ele deve ter negociado com Dilma também, e até Lula. Ele sabe muito mais que isso que disse na entrevista, mas resolveu revelar só o que lhe era conveniente.

O que esse corrupto merecia era estar preso. Não entendi esse acordo que ele fez com a justiça que lhe permitiu ficar solto e ainda ir para outro país. Foi praticamente o mesmo que buscar asilo político em outro país.

Só deixando claro que não estou defendendo Temer. Como disse no tweet, não duvido de que o que Joesley disse seja verdade. Só acho estranho esse foco todo em Temer e na sua turma do PMDB. Esse Joesley não é nenhum satinho para sair falando de todo mundo e tentando se livrar da culpa, enquanto está aí solto e em outro país.

Sobre a entrevista de Joesley Batista à Época

Assistir a programas policiais só lhe faz ter uma visão mais negativa da vida

Eu não gosto desses programas policiais e de sangue, como o Brasil Urgente, de Datena, o Cidade Alerta, de Marcelo Rezende, e outros parecidos. Eles só trazem notícia ruim. É morte, sequestro, assalto, estupro, abusos, tráfico… é só sangue, sangue, sangue e polícia, polícia, polícia. É muito sensacionalismo. Sabemos que o Brasil não é essas mil maravilhas, sabemos que aqui não é um exemplo de local seguro e desejamos que o governo tivesse um cuidado maior com essa área, mas quando você assiste a um programa desse tipo a sua ideia sobre o Brasil, o estado ou cidade onde vive fica ainda mais afetada. Você fica revoltado com o que vê, revoltado com a bandidagem e revoltado com o governo. Você fica com raiva de tudo e de todos, fica desgostoso e tem uma imagem negativa de tudo além da conta. Sabemos dos defeitos do Brasil, vivenciamos assaltos, sabemos do perigo que corremos nas ruas, mas mesmo assim você vive a sua vida normal. Agora quando você assiste a esse tipo de programa, a sua visão muda, e para pior. Isso não é saudável.

O negócio é que bandidagem nunca vai parar de existir. A segurança no Brasil pode melhorar o quanto for, mas sempre existirão notícias ruins para encher esses jornais sanguinários. E se você continua assistindo, mesmo que os níveis de segurança e violência melhorem, você ainda irá ver tudo com uma olhar negativo. Esse tipo de notícia sempre existirá, e ele mostra uma realidade, mas que muitas vezes nos faz acreditar que é muito pior do que realmente é. Ficamos alarmados e com medo de sair de casa depois de vermos um programa desses. Se existissem jornais e programas de televisão que só dessem notícias boas, de pessoas que fazem bem aos outros, que trabalham em causas sociais, que se respeitam e se ajudam, e se fosse sempre assim, cheio de conteúdos todos os dias, assim como esses jornais policiais, a nossa tendência seria não só admirar a atitude daquelas pessoas, como também nos sentiríamos mais felizes e leves, seríamos mais otimistas, e o melhor, faríamos aquilo que vimos os outros fazerem.

O que estou querendo dizer é que esses jornais policias, assim como todo o meio de comunicação, influencia as pessoas que assistem (ou leem, no caso das notícias de jornais impressos ou da internet). São programas que não têm bons conteúdos a oferecer, que têm baixa qualidade, que não nos acrescenta informação útil e que não faz aprendermos nada. Eles só estão ali alardeando aos quatro ventos casos de violência que nos fazem ficar apreensivos e revoltosos. Eles só trazem coisas negativas para quem assiste. Eles só fazem as pessoas se tornarem mais negativas.

Assistir a programas policiais só lhe faz ter uma visão mais negativa da vida

Vontade de aprender a tocar violino

De vez em quando toca na igreja a orquestra, que é o conjunto de instrumentos não só limitada aos instrumentos de sopro, mas também acrescida de violinos, violoncelos e outros instrumentos. É difícil eles tocarem lá. Todo domingo toca a banda masculina ou a banda feminina, mas que é formada só de instrumentos de sopro. É bonito, mas quando os outros instrumentos tocam juntos (formando a orquestra) fica diferente, fica mais completo, mais bonito. E sempre que toca assim eu acho tão bonito que fico com vontade de aprender a tocar um instrumento, mais especificamente o violino. Ele tem um som suave, doce e clássico que me chama atenção. Acho que é um instrumento que combina comigo, ao invés do violão, guitarra, baixo ou bateria, que são os instrumentos mais procurados pelas pessoas que querem aprender a tocar algo.

Acho que essa minha vontade de querer tocar violino começou quando, num domingo em que a orquestra estava tocando, um menino recebeu uma oportunidade para tocar sozinho lá na frente. Ele é a única criança da orquestra, e devia ter na época uns 8 anos. Ele tocou muito bem, foi muito bonito. Depois o pastor disse que ele estava aprendendo a tocar violino há apenas 1 ano. Em 1 ano aquele menino já tocava muito bem, mesmo o violino sendo considerado um dos instrumentos mais difíceis de aprender. Isso para mim foi inspirador. Mas deixei passar e depois me esqueci. No domingo retrasado lá estava a orquestra tocando de novo, e toda a beleza do seu som fez aquela vontade voltar a aparecer. Dessa vez tomei coragem e fui procurar informação sobre com quem eu devia falar para aprender a tocar. Uma menina simpática que estava guardando o seu violino me respondeu. Depois procurei por preços de violino na internet e fui lendo várias coisas sobre marcas e acessórios, e descobri muitas coisas sobre violino que eu não sabia antes. Infelizmente, nesse momento eu não tenho dinheiro para comprar um instrumento, mas quando eu estiver trabalhando vou juntar e comprar. Da última vez que eu vi a orquestra tocando eu percebi que essa não era só uma admiração da minha parte, de como eu achava bonita a orquestra, ou só uma vontade passageira de aprender a tocar um instrumento, mas sim algo mais forte. Eu realmente quero aquilo.

Isso para mim é animador porque eu tinha vontade de aprender a tocar um instrumento quando tinha lá os meus 13 anos. Queria entrar na banda do grupo dos adolescentes, mas terminou que não deu certo. Eu queria aprender teclado (na verdade, o que eu sempre quis foi piano, até hoje, mas quem sabe um dia), mas a oportunidade que eu tive foi de aprender violão com um vizinho que ensinava. Meu avô paterno comprou o violão para mim, e eu fiquei animado (por mais que nunca tivesse tido a vontade de aprender violão, eu estava aprendendo a tocar um instrumento, então estava animado). Depois o vizinho terminou se mudando e o violão ficou encostado. Um ano depois eu comecei a estudar para as provas do IFPE e do Senai, aí terminei me ocupando. De lá para cá muita coisa mudou na minha vida, e inclusive eu mudei, e uma dessas coisas que mudaram é que eu perdi o interesse em tocar um instrumento. Simplesmente não tinha mais vontade de aprender nada, só me preocupava com os estudos, e depois em arrumar um emprego, que eu nunca consegui. Na igreja eu sou parado por achar que não ter talento para nada. Então quando essa vontade surgiu a primeira vez, quando eu vi aquele menino tocar, eu ignorei. Mas nessa segunda vez eu tive certeza, e estou animado e feliz por isso. Não só estou com vontade de aprender a tocar um instrumento, como também voltarei a participar de algo da igreja. Mas isso é claro, só quando eu estiver trabalhando (e espero que não demore) para poder comprar o violino e poder ir aprender. Mesmo assim, só o fato de ter vontade de fazer isso já é algo que me deixa animado como eu nunca mais estive, e estou feliz por isso!

Vontade de aprender a tocar violino

Brasil não é o pior país do mundo e nem da América do Sul

É muito comum, muito mesmo, ouvirmos comentários como esses:

A saúde está uma calamidade. Claro, é Brasil!

As pistas estão esburacadas. Isso é Brasil!

O transporte público é de má qualidade. É Brasil!

Esses políticos são todos corruptos, um bando de bandidos, nenhum presta. Tinha que ser o Brasil mesmo!

Os corrutos não são punidos, isso é Brasil!

Dentre outros…

O negócio é que na boca dos brasileiros o Brasil é um péssimo país. Na boca deles o Brasil é o pior país que existe porque não é parecido com os Estados Unidos, o grande modelo de nação poderosa e desenvolvida que todos têm em seu imaginário (e que nem sempre é isso tudo). Mas eu não vejo bem assim. É claro que temos muitos problemas, e eles são revoltantes e desanimadores. A nossa colocação no ranking mundial da qualidade de educação, do IDH, da violência e da corrupção são sempre decepcionantes. Mas estamos longe de ser esse país péssimo que tantos falam por aí. Você pode perceber isso facilmente se analisar os nossos países vizinhos, aqui da América do Sul, que ficam pertinho da gente, do nosso lado. A Argentina vive uma crise de 20 anos. No ano passado a inflação de lá chegou a 40% e a expectativa para esse ano é para que ela chegue a 21%, segundo os especialistas. A Venezuela vive uma ditadura socialista disfarçada de democracia. A Bolívia idem.

Não estou dizendo que o Brasil é as 1000 maravilhas. Temos problemas, e muitos. Esses problemas são grandes e profundos, são escândalos de nível mundial, de coisas nunca imaginadas nessa magnitude, como a Lava-Jato, e que atinge a vida de todos nós. Mas também não somos tão derrotados. Pelo menos, mesmo com todos os nossos defeitos, e mesmo com a nojeira dos nossos políticos, ainda somos uma democracia. Ainda temos esse poder nas mãos (apesar que o povo sempre escolhe os políticos e os partidos de sempre). Situação pior vivem os cidadãos dos países vizinhos da América do Sul. Pior situação vivem as pessoas do Oriente Médio, que estão sempre à mercê de uma guerra ou de um homem-bomba. Não posso dizer que o Brasil é o melhor país da América do Sul, e nem tampouco do mundo, mas com certeza ele não é o pior.

Brasil não é o pior país do mundo e nem da América do Sul

É errado a educação sexual a adolescentes de 13 anos?

Hoje eu li uma notícia que dizia que 150 pais de Rondônia acionaram o Ministério Público para que o livro de Ciências do 8º ano (antiga 7ª série) usado pelas escolas do estado, deixasse de ser usado, porque contém imagens de órgãos sexuais. A queixa é que essas imagens estão muito explícitas.

Na reportagem do link acima você pode ver as imagens do livro. Tem as imagens em melhor qualidade aqui.

Quando eu li essa notícia fiquei meio em dúvida sobre qual era o meu posicionamento sobre esse caso em específico. Eu já disse aqui a minha opinião em outro post sobre o absurdo das cartilhas e livros infantis de educação sexual distribuídos pelo governo à crianças a partir de 6 anos. Mas depois pensei, que nesse caso, os alunos do 8º ano estão na faixa dos 13 anos, e venhamos e convenhamos, adolescentes com 13 anos já não são mais inocentes, não é mesmo? Eu entendo a preocupação desses pais. Existe um desejo de manter a inocência dos filhos pela maior quantidade de tempo possível, mas com 13 anos essa época já passou. Eu não me lembro de ter visto imagens como as desse livro quando eu estava na 7ª série, mas vi algumas bem parecidas quando estava no 1º ano do Ensino Médio, ou seja, só dois anos depois. No meu livro só não tinha a imagem do pênis ereto e nem a parte que ensinam as meninas a examinar as mamas, mas as outras tinha. E no meu livro a 7ª série tinha também.

Existe a preocupação de que essas imagens e ensinamentos possam estimular esses adolescentes ao sexo precoce. Mas sabe, acho que nessa idade não há mais o que esconder, eles já sabem de tudo. Lembro que aprendi (e com certeza hoje em dia ainda deve ser assim) como se gera um bebê na 4ª série (hoje 5º ano). Não demora muito até que essa criança, que já está com 10 anos, comece a puberdade e todos os hormônios e desejos venham à tona. Quando eu estava no final da 5ª série os meninos começaram a ver e compartilhar entre si vídeos pornográficos. Ainda eram coisas leves, mas as pesadas mesmo foi no ano seguinte, na 6ª série, com todos tendo “apenas” 12 anos. O que a sociedade ainda vê como uma criança de 12 anos, na verdade já é um pré-adolescente. Os primeiros hormônios já fazem efeito sobre o corpo e sobre o comportamento. Até os 13 eles ainda têm um comportamento mais infantilizado, mas já não são mais propriamente crianças. Então esses pais estão reclamando que seus filhos de 13 anos estão vendo essas imagens no seu livro de ciências, mas nem devem saber que eles veem coisas piores escondidos. Os pais acharam ruim a imagem de um pênis ereto no livro, mas não devem saber que seus filhos de 13 anos se masturbam e veem o próprio pênis ereto. Parece que esses pais nunca passaram pela adolescência e não sabem como é.

Mas também não adianta dizer que a educação sexual vinda da escola e dos pais resolve tudo. Eu não acredito nisso. Não acredito em quem diz que hoje temos cada vez mais adolescentes grávidas porque elas não tiveram informação, e aí a curiosidade falou mais alto. Oh, coitadinhas! O negócio é o seguinte: com ou sem educação sexual na escola e com ou sem os pais tendo conversas abertas e francas com os seus filhos, a sua curiosidade e o seu instinto de descoberta continuará o mesmo. Eles poderão ouvir várias explicações e ver várias imagens em livros didáticos, mas ainda assim poderão querer ver fotos e vídeos pornográficos. E quanto à gravidez, a única coisa que a educação sexual nas escolas pode ajudar é dizendo que têm que usar preservativo para não pegar doenças sexualmente transmissíveis e não ter uma gravidez indesejada ou antes do tempo. Mas isso não vai impedir que eles vão lá e façam. E também acho ridículo as escolas darem camisinhas aos alunos, porque isso é um estímulo. A educação sexual deve vir de orientações, e não de estímulo. Ao dar camisinha à adolescentes é o mesmo que você estar dizendo: “pode fazer, é bom! Não tem problema, desde que use camisinha”. Isso deturpa os bons valores da sociedade, que infelizmente vão se perdendo a cada ano que se passa.

Já vi também muita gente dizer que os adolescentes engravidam porque não conseguem aguentar, não conseguem se segurar. E eles mesmo ainda justificam que “são os hormônios”. Antigamente quando não tinha esse papo de hormônios, e nem a mesma quantidade de informação que temos hoje, isso não acontecia. Pode perceber que na época dos nossos pais e avós o sexo era feito com responsabilidade e só dentro do casamento. Todos eles passaram pela adolescência e conseguiram segurar as suas vontades, então porque essa geração atual não consegue? É simples: porque não são os hormônios, e sim a liberalização cada vez maior no modo de viver e de pensar da sociedade, que provoca essas mudanças e faz todo mundo ver tudo como coisas normais.

Agora só uma coisa: educação sexual na escola aos 13 anos é aceitável, e diria que é até importante (desde que não se distribua camisinhas ou se faça outros estímulos), mas antes disso não. Ainda continuo com a mesma opinião sobre aquelas cartilhas que o governo chegou a distribuir no passado para crianças, porque aquilo sim é um completo absurdo (e estímulo a algo que as crianças não precisam saber ainda).

É errado a educação sexual a adolescentes de 13 anos?

Quando eu era criança falava “ontem ontem” porque era assim que eu entendia a minha mãe falar. Só quando já estava no Ensino Fundamental II, não sei em qual série especificamente, foi que vi numa aula de português que a escrita era “anteontem”. Achei “anteontem” tão estranho e formal que nunca mais falei. De lá para cá só falo “antes de ontem”. No começo foi estranho trocar essas palavras e falar diferente, mas não tanto quanto “anteontem” soava quanto eu falava.

Nota

Bolsonaro quer ser presidente, mas não tem ideias e nem um plano de governo

Segunda-feira passada (20/03/2017) Bolsonaro foi o entrevistado do The Noite. Em poucos dias ele conseguiu várias entrevistas, tanto na televisão quanto na internet. Semana passada ele tinha ido ao Programa do Ratinho, depois apareceu no YouTube numa entrevista ao Folha de S. Paulo, depois no The Noite, e eu ainda vi uma thumb de vídeo no YouTube com uma conversa de um YouTuber com ele. Bolsonaro está sempre na mídia. O problema é que ele não sabe aproveitar bem. Como se já não bastasse que a maioria das entrevistas que ele faz, o tema é sempre as suas polêmicas, quando vem um entrevistador que finalmente pergunta quais são seus planos para a economia brasileira, que foi o que Danilo Gentili fez, ele diz claramente que não entende nada de economia e não confia em nenhum economista. Danilo Gentili insistiu nesse assunto algumas vezes, cada uma de forma diferente, até ele chegar a dar essa resposta. Uma das perguntas de Danilo é que ele sempre se preocupa com as mesmas coisas, como a questão do livro de “educação sexual”, e se isso não seria coisas pequenas para um presidente se preocupar, e se o presidente não precisava se preocupar com outras coisas. Ele não soube responder isso. Já percebi em diversas entrevistas que Bolsonaro, quando não sabe ou não quer responder diretamente uma pergunta, termina indo para outro assunto dentro daquela linha. É uma forma de justificar a pergunta e ao mesmo tempo fugir do assunto.

Quando Danilo Gentili perguntou sobre economia pensei: “finalmente alguém perguntou isso a ele, porque é só o que interessa para o Brasil nesse momento!”, e então Bolsonaro vem com essa resposta. E além disso ele também disse que não tem um plano de governo. Como desculpa, ele disse que ninguém tem um plano de governo, e que o dos outros candidatos são feitos por marqueteiros que escrevem o que o povo quer ouvir. Faz sentido, mas pelo menos eles se preparam e oferecem algo ao eleitor. E Bolsonaro?

O negócio é o seguinte: o Brasil está em crise e o que precisamos é de alguém que entenda de economia para ter ideias e propostas para as coisas melhorarem no país. Bolsonaro não é a pessoa mais indicada para isso. Ser polêmico, conservador e linha dura nas opiniões não vai lhe ajudar em nada nas tarefas presidenciais e nem no restabelecimento da economia brasileira. Mas o pior é a quantidade de gente que o apoia. Dizem que ele é mito, e que é tudo de bom, mas nem sequer sabem como seria o seu governo, nem sequer sabem que ele não tem propostas reais. Bolsonaro só levanta algumas bandeiras, como o do nióbio, que é importante, mas que por si só não é um plano econômico. Precisamos de algo mais estruturado, e Bolsonaro só apresenta ideias fixas em algumas áreas, superficialidade e polêmicas. Não precisamos de um presidente assim.

Bolsonaro quer ser presidente, mas não tem ideias e nem um plano de governo