“Vocês não eram autorizados a ter animais de estimação?” demanda Christina batendo a palma da mão na mesa, “Por que não?”

“Porque eles são ilógicos,” Will diz com naturalidade. “Qual é a lógica de prover comida e abrigo para um animal que suja sua mobília, faz sua casa cheirar mal e depois morre?”

[…]

“A lógica é…” A voz de Christina some e ela inclina a cabeça, “Bom, eles são engraçados de ter. Eu tive um buldogue chamado Chunker. Uma vez nós deixamos uma galinha assada sobre a bancada para esfriar, e enquanto minha mãe foi ao banheiro, ele puxou a galinha da bancada e a comeu: pele, ossos e tudo. Nós rimos muito.”

“Sim, isso certamente mudou minha mente. Claro que eu quero morar com um animal que come toda minha comida e destrói minha cozinha.”

ROTH, Veronica. Divergente. 

Esse é um trecho de Divergente que eu achei bem interessante. Eu nunca tinha pensando nesse argumento antes sobre não ter animais de estimação em casa. Muito bom, muito bem pensado.

Não que eu não goste de animais, mas não gosto de tê-los em casa. É questão de gosto, de escolha.

O argumento de Will é ótimo!

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