Metas para 2018

Depois de ter passado 2017 sem ter feito nada do que queria, como vai ser 2018? Não muito diferente, eu acho kkk. Dessa vez decidi assumir a palavra “metas”, e quem sabe se assim (e talvez com um pouquinho de cobrança de mim mesmo – mas só um pouco, porque não quero me cobrar e nem fazer pressão em mim mesmo para nada, porque a vida já é complicada o suficiente para isso) eu consiga fazer alguma coisa! Vamos às metas para 2018 (que não são tão diferentes das de 2017):

  • Cumprir a meta de livros do Skoob, é claro. Por enquanto ela está em 15 livros, mas ao longo do ano eu devo ir adicionando mais (como geralmente faço).
  • Escrever novos posts no Fique Sabendo!: Dessa vez vou colocar como meta, pelo menos 1 post por mês. É pouco, mas já vai ser mais do que as 3 postagens que publiquei em 2017. Quero também atualizar os tutoriais do Blogger e Twitter.
  • Assistir séries diferentes: estou pensando em deixar de assistir uma das séries de super-heróis que acompanho, porque está ficando chata e enjoada, e começar a assistir outros gêneros de série sem ser de super-heróis. Tem muita coisa boa por aí, e a qualidade delas é bem melhor do que essas séries de heróis da TV aberta. Vou também voltar a assistir as séries infanto-juvenis da Nickelodeon e Disney (já comecei no no fim do ano passado, na verdade). Elas são leves, inocentes e engraçadas.
  • Assistir mais filmes e escrever resenhas sobre eles: 2017 foi um ano bem parado no Mundo Geek também, apesar de eu ter escrito mais nele do que no Fique Sabendo!. A meta aqui é resgatar o ano de 2015, que foi o ano mais produtivo em termos de assistir filmes, escrever resenhas sobre eles e de ler livros.
  • Escrever e publicar as resenhas imediatamente: um dos problemas de 2017 é que eu não escrevia os textos na mesma hora que acabava de assistir e por isso terminava adiando e acumulando. Até hoje tenho uma lista de textos para escrever de filmes e séries que já assisti faz tempo. Em 2018 a meta é escrever e publicar na hora (ou no máximo com um dia) para não acumular.
  • Seguir mais pessoas no Twitter para ganhar mais seguidores: nunca liguei muito para seguidores do Twitter porque sempre tive poucos, mas não é que eu não deseje ter mais. Em 2017 tive um grande crescimento, acho que foi cerca de 30 novos seguidores. Nunca tinha ganhado tantos seguidores assim. Mas quando fui comparar com outras pessoas, elas ganharam 100, 200 seguidores. Até o fim de 2017 eu tinha 142. A minha meta é chegar em 300 nesse ano. Só não sei se vou ter coragem de seguir muita gente e poluir a minha TL com coisas que não gosto (vou seguir pessoas que postem temas que gosto é claro, mas às vezes elas postam outras coisas também). A solução seria silenciar (algo que eu acho que muita gente faz: segue por conveniência e silencia).
  • Ler a Bíblia inteira em 1 ano: já tentei antes, mas sem a meta de 1 ano, e terminei parando em certo momento. Recomecei recentemente. Vou usar o ótimo aplicativo Bible para ajudar. É um ótimo site/aplicativo, com visual bonito, ótima organização e cheio de planos de leitura e devocionais. Já tinha visto ele no Google Play mas nunca me interessei em instalar. Quem me convenceu foi Vinicius, um amigo. Vou usar o plano “Vamos Ler a Bíblia Juntos” que é um plano dividido em 12 meses.
  • Começar a dormir mais cedo: ultimamente venho dormido cada vez mais tarde, chegando facilmente às 2h30 da manhã. Como resultado, toda a minha rotina se atrasa: eu acordo mais tarde, tomo café da manhã mais tarde, tomo banho mais tarde, almoço mais tarde, preciso de mais tempo da noite para fazer as coisas na internet e durmo mais tarde. É um ciclo que não tem fim. Minha meta para 2018 é gradualmente ir dormindo mais cedo até chegar o horário da meia-noite (que ainda é tarde, considerando que antigamente eu dormia de 10h, 11h), e então poder me acordar mais cedo no dia seguinte e assim organizar minha rotina diária. Os meus horários atuais estão todos loucos e parece que me acostumei com eles, mesmo sabendo que é errado. Tenho que parar com isso.

E claro, espero também começar a trabalhar. Caso comece, posso pagar o plano anual daquele site para aprender novas palavras em inglês de novo. Dessa vez não vou me arriscar a colocar como meta “assistir séries em inglês e com legendas em inglês”, porque isso é muito difícil. Talvez eu assista um episódio ou outro assim, mas não como uma meta.

É isso. No final desse ano ou no início do ano que vem eu volto para dizer se cumpri ou não as metas.

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Metas para 2018

O que não consegui cumprir em 2017: tudo!

No final de 2016 eu fiz uma lista de coisas que eu gostaria de fazer em 2017. Eu não chamei de metas, porque sabia que não conseguiria cumprir, e não queria ficar me cobrando por isso. Pois bem, o ano se passou, e quando tava no final de 2017 percebi que não cumpri nenhum daqueles desejos. Vou relembrar aqui o que eu disse que queria que acontecesse (apesar, que como eu disse, não ficar me cobrando por isso) e como ficou a situação em cada caso:

  • Conseguir ler pela primeira vez todos os livros da meta do Skoob: eu comecei o ano animado e foi nesse começo que li a maior parte dos livros que li no ano. Depois dos primeiros meses comecei a diminuir o ritmo. Em julho deixei de ler de vez porque comecei a estudar para uns concursos que eu ia fazer. Em outubro, quando fiquei livre, não voltei e ler os livros. Eu tinha iniciado um sobre D. Pedro I, que ganhei numa promoção da Amazon, mas o meu ritmo de leitura era lento nele. Na penúltima semana do ano, faltando metade do livro para acabar, resolvi terminá-lo logo. No total eu li apenas 6 livros em 2017, menos do que o que eu li em 2016 (9) e muito menos do que eu li em 2015 e 2014 (17). Isso é uma vergonha!
  • Voltar a ler quadrinhos: não voltei, e sinceramente, já nem tenho mais vontade. Os quadrinhos são muito místicos e monstruosos, e a leitura é cansativa. Tem uns que são bons e têm ótimas histórias, outros são engraçados, mas não é o meu entretenimento favorito.
  • Pagar a versão paga de um site para estudar inglês: paguei, mas parei muitas vezes durante o ano. O tempo que mais passei parado foi entre julho (quando comecei a estudar para os concursos) e o meio de dezembro. Foram praticamente 6 meses parado. Por sorte o plano é de R$ 90 anual, e por isso a minha perda não foi tão grande. Esse ano eu ainda tenho dois meses com o site, e estou aproveitando, porque dessa vez não vou ter dinheiro para renovar (infelizmente, porque é um ótimo site, ajuda muito para aprender palavras novas).
  • Dar mais atenção ao Fique Sabendo! postando mais e atualizando postagens antigas: não fiz nem um coisa e nem outra. Em 2017 o blog teve apenas 7 postagens, sendo que minhas foram apenas 3. A verdade é que já não me interesso mais tanto em escrever um blog de tecnologia como antes. Mas mesmo assim reconheço que é necessário mantê-lo ativo de alguma forma. Para piorar a situação, perdi um dos autores, e frustrado com a situação da blogosfera atual tomei a decisão de não aceitar novos autores e continuar com o blog sozinho.
  • Não comecei a trabalhar.
  • Assistir novas séries: não assisti novas séries e fiquei nas mesmas de sempre, e as que foram novas foram as de super-heróis da Netflix. As de super-heróis da CW já estou ficando enjoado.
  • Assistir Friends com legendas em inglês: assisti em inglês e com legendas em inglês apenas mais 3 episódios, totalizando 6. É muito difícil assistir algo assim, o que requer coragem e tempo. Para assistir 22 minutos eu demorava 1h30min porque ficava pausando e anotando as palavras e frases que eu não sabia. Se não for para pausar e anotar, eu acho que não adianta de nada. Ninguém vai aprender só ouvindo o que não entende.
O que não consegui cumprir em 2017: tudo!

O que eu gostaria para 2017

Eu nunca faço lista de desejos ou de metas para o ano novo, porque sei que não conseguiria cumprir, e também não conheço ninguém que tenha feito e que conseguiu. rsrs Eu adiciono todos os anos livros como meta de leitura no Skoob, mas também nunca consigo lê-los. Tem alguns que já passaram dois anos nessa lista e já estão indo para o terceiro agora e eu ainda não tive a coragem de começar. Venho percebido até que estou com cada vez mais preguiça de ler livros. Isso começou há mais de um ano quando começou a ter wi-fi aqui em casa. Depois disso só fico na internet, e também foi depois disso que passei a dormir de meia-noite ou mais (antes dormia entre as 10 e 11 da noite). Mas eu tenho alguns desejos que gostaria que fossem concretizados em 2017. Já que falei de livros, nada mais justo do que começar com eles:

  • Gostaria de pelo menos esse ano, pela primeira vez, conseguir bater a meta do Skoob. Dessa vez vou adicionar poucos livros. Só os que forem surgindo no meio do ano e que forem virar filme. O resto vai ser os livros das metas dos anos anteriores que não consegui cumprir (e que o Skoob coloca automaticamente como meta do próximo ano). Também quero voltar a ler quadrinhos. Quem sabe assim eu não volto à minha antiga e organizada rotina das tardes. Se eu conseguir ler os livros da meta e sobrar tempo, gostaria de ler alguns livros da literatura brasileira. Isso era algo que eu não sentia vontade de fazer na época da escola, mas ultimamente estou com vontade.
  • Fazia parte da minha antiga e organizada rotina estudar inglês por conta própria. Desde que publiquei a postagem onde digo que tinha iniciado esses estudos, já parei e voltei várias vezes. Não é fácil se manter motivado e continuar com o plano. Hoje eu já concluí o Duolingo, e agora estou revisando as atividades já feitas. Tem uma coisinha ou outra que deixei passar da primeira vez, e que vou anotando agora. Em 2017 gostaria de avançar um pouco mais. Acho que vou pagar a versão Pro de um site, que é bem baratinho, vale por 1 ano e tem muito conteúdo em inglês, além de atividades bem dinâmicas.
  • Vou ver se cuido melhor do Fique Sabendo!. Ele é o meu mais antigo blog, e também o principal, mas esse ano não lhe dei muita atenção, coitado. Espero conseguir atualizar algumas postagens e tutoriais que já estão antigos e também trazer postagens novas numa frequência maior.
  • Gostaria de finalmente começar a trabalhar. Isso não depende de mim, mas sim da Prefeitura me chamar. Estou com esperança de que não vai passar do ano que vem, porque tem muita gente ainda para chamar e já se passou metade do tempo da validade. Eu só fico aqui fazendo planos: “quando trabalhar vou fazer isso e aquilo, vou me planejar assim e assim”, mas por enquanto o que eu posso fazer é só esperar mesmo. E depois disso espero que consiga fazer o que planejo (porque quando se trata de dinheiro ele some na hora, você gasta tudo e não faz nada do que planejou kkkk 😂😂😂).
  • Como ano que vem não vou ter mais faculdade, acho que provavelmente vou assistir mais séries. Quando comecei a assistir séries, há uns 2 anos atrás, era só super-heróis. Como eu gostava muito do gênero e estava atrasado, as temporadas atuais acabavam e depois começavam as novas e eu não parava. Mas então chegou o dia em que eu coloquei todas em dias e agora estou acompanhando o calendário da televisão. Resultado? Em maio desse ano as séries acabaram e durante 6 meses resolvi dar uma chance para séries de outros gêneros. Assisti a ótima The Blacklist, a famosa House of Cards, a prendedora de atenção Downton Abbey e a fofa e nostálgica Anos Incríveis. Percebi que existem muitas séries boas por aí a fora, e eu estava preso só no mundinho dos super-heróis. Depois quando as séries voltaram, em outubro desse ano, até percebi que as séries de super-heróis são mais simples e de certa forma mais mal acabadas que essas outras que citei aqui (mas não acho elas ruins, continuo gostando). Em 2017 quero assistir mais séries desses outros gêneros. Vou continuar com essas séries que assisto agora, mas quando acabar, vou assistir mais séries de ação boas como The Blacklist, mais dramas, mais séries de época, mais séries da década de 80 e 90 que me dão um sentimento tão bom, especialmente quando se tratam de infância e dilemas da adolescência na escola como Anos Incríveis. Estou aberto a novas possibilidades no mundo das séries.
  • E falando em inglês e séries, sempre vejo gente recomendando assistir séries de comédia com legenda em português, depois com legenda em inglês e depois sem legenda. Todos mundo diz que isso melhora muito o inglês, e a recomendação de série é sempre a mesma: Friends. Cheguei até a baixar, mas só fiz até o 3º episódio e parei (desanimei rápido dessa vez rs). No ano que vem espero começar de vez e conseguir terminar as 10 temporadas. É difícil porque demora muito tempo (principalmente se você ficar pausando), mas a longo prazo deve valer a pena.

Bem, então é isso. Espero mesmo que eu consiga tudo isso! rs

O que eu gostaria para 2017

Agradeço a Deus pela oportunidade de fazer uma faculdade

Eu falei: “finalmente acabei a faculdade”, e postei isso nas minhas redes sociais. No momento em que fiz essa postagem estava me sentindo aliviado por finalmente terminar com tudo. É verdade que nos últimos períodos, além dos problemas dos trabalhos em grupo, eu não estava muito interessado nos assuntos abordados nas aulas, e por isso sempre reclamava. Eu me esqueci que estava num lugar onde eu sonhei estar, e que aquele tinha sido um milagre que Deus fez na minha vida. Eu refleti sobre isso quando fui ver o post do Facebook. Me surpreendi com a quantidade de curtidas e reações. Tinha alguns comentários de pessoas me parabenizando. As pessoas pareceram levar na esportiva o que eu disse, e não com seriedade. Mas quando eu vi aquela postagem já publicada e a quantidade de curtidas que ela teve (nunca tive tantas assim), e sabendo que eu tinha falado aquilo de forma séria e não de brincadeira, senti que eu pareci ingrato, senti que parecia não valorizar o que Deus me deu, e não queria parecer isso.

Na verdade eu quis ir para a faculdade. É o próximo passo depois da escola, e todos os alunos anseiam por isso. Eu tinha dificuldade em quase todas as matérias da escola, e pedi a Deus para que conseguisse entrar numa faculdade. Deus, na sua misericórdia e milagre, me concedeu uma bolsa integral numa faculdade particular para cursar Administração. Eu fiquei muito feliz por isso. Até hoje eu não teria ido para a faculdade se não fosse essa bolsa, porque meus pais não têm condições de pagar, e numa pública, para entrar, é muito difícil, e como já disse, eu tinha dificuldade em quase todas as matérias da escola.

Apesar dos problemas, apesar de eu já não estar mais gostando do que estava estudando, sei da importância do Ensino Superior, e da diferença que esse diploma poderá fazer na minha vida no futuro. Quantas pessoas querem fazer uma faculdade e não conseguem passar no vestibular? E quantas não conseguem uma bolsa e nem têm condições de pagar a mensalidade de uma faculdade particular? O que aconteceu na minha vida foi um milagre de Deus, porque conheço as minhas limitações. Não teria chegado lá sem a ajuda dEle. Agradeço por essa oportunidade e por esse presente. Foi algo que eu queria, que eu sonhei, que se realizou, e que foi importante para mim. Muito obrigado meu Deus, e me perdoe pelas vezes que reclamei, porque eu não devia.

Agradeço a Deus pela oportunidade de fazer uma faculdade

Não faça TCC em grupo

Resumo da minha trajetória do TCC em grupo e da minha apresentação, que não saiu como eu esperava

Ontem foi um dia que só me apareceu problemas e coisas ruins. Uma delas foi a apresentação do TCC. Eu estava nervoso desde anteontem, e vinha ensaiando em casa a parte que eu ia falar. O problema é que o tempo é de 10 minutos, tendo tolerância de 1 minuto para mais e 1 para menos. Se der menos que 9 minutos perde ponto, e de ser mais que 11 também perde. Eu e meu grupo já tínhamos feito um ensaio na sexta passada e o tempo deu menos de 9 minutos. Então pensei que se eu me alongasse um pouco, iria compensar as partes menores das outras integrantes do meu grupo, até porque a maior parte tinha ficado comigo. Sabe o que aconteceu? Eu me alonguei demais e passei do tempo. A apresentação deu 13 minutos no total.

Uma menina do meu grupo começou a dizer baixinho “Jóckisan, tá bom!”, “Jóckisan, já passou do tempo!”. Duas pessoas da nossa classe e que estavam assistindo fizeram sinal para ela. Eu não vi porque estava muito concentrado. Estava nervoso demais e não queria ser atrapalhado. Eu ouvi ela coxixando isso, mas ignorei, porque não podia simplesmente parar a apresentação do nada. O assunto iria ficar incompleto. E se eu pulasse os slides ou só dissesse o óbvio, os professores da banca iriam perceber. Preferi correr o risco de perder ponto, mas fazer uma boa apresentação do que o contrário. Mas me arrependi depois. O grupo ficou com raiva de mim, e com razão, eu também ficaria se fosse outra pessoa que tivesse feito isso. Mas como o fui eu, o único sentimento que eu estou no momento é de imensa decepção comigo mesmo. Estou triste mesmo. Nosso grupo ficou com uma média de 8,8, e o professor não disse de quanto foi a nota da apresentação e do TCC. Os outros três grupos que se apresentaram hoje tiraram 9. Aí você pode dizer: “ah, mas foram só 2 décimos de diferença!”. Mas isso para mim pesa muito, porque se eu tivesse resumido mais o meu assunto na apresentação, poderia ter tirado uma nota maior que 9. Não é querendo ser esnobe, mas o nosso TCC ficou muito bom. Muito do que foi feito nele foi por chatice minha, que ficava no pé de todo mundo para que fizessem as coisas direito. E eu sempre ficava corrigindo tudo. Regras ABNT? Ninguém sabia. Tá todo mundo se formando sem saber regra ABNT e sem saber escrever um artigo científico. Eu que organizei tudo, eu que fiz as pesquisas em livros para escrever 90% da referência bibliográfica sobre o assunto principal. Claro que as outras fizeram as suas partes, mas eu sempre olhava tudo, enquanto elas faziam apenas as suas partes, mas nunca olhavam o trabalho todo. Uma professora da banca elogiou o nosso referencial teórico e disse que quando começou a ler não conseguiu mais parar e perdeu até o sono. Eu já tinha recebido um elogio parecido com esse de uma professora do 2º período que passou um artigo científico individual. E no 6º outra professora passou um artigo em grupo, da qual fiz 90% sozinho (e depois ele foi incorporado à referência bibliográfica do TCC), e o nosso artigo foi o único e a receber nota máxima na nossa turma. Não é querendo me gabar de nada, mas eu escrevo bem, e se eu não estivesse no grupo, elas não conseguiriam tanto (conseguiriam fazer bem porque têm capacidade para isso, mas iriam deixar passar alguns detalhes). Na época do artigo do 6º período teve discordâncias, e no 7º período teve mais discordâncias e briga por causa do TCC. Eu fui muito chato e exigente, mas valeu a pena pelo resultado alcançado. Quando olho para o TCC escrito me orgulho dele, porque foi um trabalho muito bem feito. Na 1ª unidade desse semestre, tínhamos que entregar o TCC quase pronto, e fomos a nota mais alta da sala. É claro que eu não tiro o mérito das outras integrantes. Muitas coisas foram ideias delas, e que eu não teria tido sozinho.

Onde eu quero chegar com tudo isso? Depois das apresentações os professores fizeram comentários sobre cada grupo, e foi falado nos outros 3 grupos de erros que os seus TCCs escritos tiveram, e que o nosso não teve. Outro grupo, na sua apresentação, teve gente passando o olho no papel que estava na mão, coisa que o nosso orientador do TCC disse que não podia. Num desses grupos inclusive, ninguém sabia das regras ABNT, e muitas vezes uma das meninas de lá me fazia perguntas, e eu respondia e lhes ajudava. E todos esses 3 grupos tiraram 9, mesmo com os seus erros e defeitos, enquanto eu e meu grupo tiramos 8,8 por causa do tempo que eu passei. É isso o que me dói, saber que o nosso TCC ficou melhor, mais bem feito e quase impecável (apenas com alguns errinhos técnicos de ABNT que eu não conhecia), e ficar com uma nota abaixo da de todo mundo por minha culpa durante a apresentação. Por isso eu disse: se isso não tivesse acontecido nós poderíamos ter tirado mais que 9. Não necessariamente 10, mas 9 vírgula alguma coisa. Então não é só de 2 décimos que estou falando.

Pior de tudo é que prejudiquei as outras integrantes do meu grupo com essa nota. Elas não gostaram. Na hora só uma reclamou comigo, e as outras duas não falaram nada, mas depois comentaram o descontentamento no nosso grupo do WhatsApp (uma tentando ser mais leve, outra falando na cara que não gostou da nota). Eu não tenho argumentos contra elas. Elas estão certas. Se fosse eu, também ficaria com raiva de ter minha nota prejudicada pelos outros, sabendo que eu fui bem.

E mais uma vez fica a lição: não faça TCC em grupo. Nunca. Eu prejudiquei as meninas do meu grupo na apresentação, mas o pior mesmo é os atritos existentes durante a fase de construção do TCC, como eu já falei aqui. E esses desentendimentos, e até brigas, não foram algo exclusivo do meu grupo. Eu vi gente de outros grupos comentando as dificuldades que enfrentavam com as pessoas das suas equipes. Tinha uma (essa que me fazia perguntas) que não chegou a brigar, mas falava que ninguém fazia nada, era um total desinteresse, e era sempre ela quem corria atrás de tudo sozinha. Eu lhe entendia, porque muitas vezes fiz o meu TCC sozinho também, ou no máximo, com a ajuda de apenas uma menina que era mais interessada que as outras. Todos os grupos da minha sala pareciam se dar bem sempre, até chegar o TCC e começar os atritos. O motivo é que esse é um trabalho muito grande, que fizemos durante 1 ano, e que é cheio de detalhes, e cada um pensa de uma forma e quer fazer de um jeito diferente. E quando divide as responsabilidades, nem sempre as pessoas cumprem, ou não cumprem no prazo, ou cumprem, mas não fica tão bom assim, e você termina tendo que refazer e ter dois trabalhos.

Bom mesmo é fazer o TCC sozinho. Você terá todo o trabalho, terá partes que serão muito chatas e não vai ter ninguém para lhe ajudar e para dividir, mas em compensação você fará tudo do seu jeito e não vai ter que se estressar com outras pessoas porque elas não fizeram direito ou não entregaram no prazo. E se você tirar uma boa nota ninguém ganhará a mesma nota que você imerecidamente porque colaborou menos, e se você cometer erros, como o meu de hoje, ninguém será penalizado por isso.

Não faça TCC em grupo

Dia no shopping

Hoje fui a um shopping que fica num bairro nobre de Recife. É difícil eu ir nele porque ele é um pouco longe de casa. Apesar dele estar localizado num bairro nobre, é um shopping popular, que recebe gente de todo canto e de todas as classes sociais. Nessa tarde e noite que passei lá pude observar algumas coisas, das quais gostaria de compartilhar aqui:

Crianças loiras

Vi uma grande presença de crianças loiras, a grande maioria de olhos claros. Sabe o que isso quer dizer? Nada! rs Às vezes penso que da mesma forma que a maioria dos pobres são negros, a maioria dos ricos ou da classe média alta são gente branca (mas não os brancos “comuns”, e sim aqueles BRANCOS, bem brancões mesmo rs) ou loiros. Essa é uma separação que só a história pode explicar. Mas claro que isso não é uma regra. Já vi gente loira com a farda da escola estadual, da mesma forma que já vi gente negra com farda de escola particular cara que só rico pode pagar (e com um iPhone na mão).

Crianças com sapatos de rodinha

Tá lançada a moda de um sapato infantil feito pela Ortopé (mas parece que já tem outras marcas imitando) que permite que a criança encaixe uma rodinha no solado do sapato, que faz o tênis ser transformado numa espécie de patins. A criançada vem adorando isso, e o que mais vi foram crianças, tantos meninos quanto meninas, correndo pelo shopping com seus sapatos de rodinhas. As que não têm ainda devem estar morrendo de vontade de ter um e devem estar aperreando seus pais para comprar. A empresa deve estar lucrando horrores.

RiHappy

Nunca tinha passado na frente de uma RiHappy antes. É uma loja famosa porque sempre vemos os seus comerciais na televisão, mas não tinha por aqui. Aqui tinha outras lojas de brinquedos, grandes também, como a PBKids, que a RiHappy comprou em 2012. Mas apesar dela ser uma loja bem grande, era parecida com uma loja comum. Hoje eu passei de frente a RiHappy e me surpreendi com ela. É uma loja toda decorada com temas infantis. É uma loja que foi feita, planejada e pensada para a criança. Mesmo que os adultos estejam lá com as crianças e mesmo que sejam eles quem peguem, o público-alvo da loja são as crianças, e eles tiveram o cuidado de fazer algo que chamasse a atenção delas. Até eu que não sou mais criança gostei e fiquei surpreendido. Enquanto a minha mãe e minha irmã estavam numa loja de roupas ao lado da RiHappy, fiquei esperando do lado de fora e observando isso. É uma loja colorida, e sua decoração é quase como uma festa temática. Tem paredes que são castelos de princesas, tem o braço do Hulk saindo de outra parede, tem quadros do LEGO pendurados, bonecos grandes também de LEGO. Deve ser quase mágico para a criança estar nesse ambiente.

Dia no shopping