O recomeço do blog de resenhas

Como eu disse na postagem anterior, eu estava em dúvida sobre qual dos dois sites eu deveria entrar. Decidi que irei para o site mais organizado e com maiores possibilidades de crescimento, que aqui chamarei de Site 2 (porque ele foi o 2º site que eu falei na postagem anterior). O outro site chamarei de Site 1.

Depois de algumas conversas, consegui convencer o dono do Site 2 de que eu não tenho como ter uma frequência fixa de postagens porque dependo dos lançamentos dos filmes, e nem sempre tem grandes filmes para falar. E depois ele, não por insistência minha, disse que eu poderia postar sobre filmes e séries antigos também, mas que desse mais destaque aos novos. Disse até que eu poderia postar sobre livros lá. Eu perguntei se isso não se distanciaria muito do tema do site, mas ele disse que não, porque tem o projeto de fazer o site ser sobre entretenimento em geral. Ok, então.

Inicialmente eu estava pensando em ficar nos dois sites, postando em um apenas os filmes e séries novos, e no outros os filmes e séries antigos e os livros. Assim eu poderia me dividir bem entre os dois e não ficaria chato eu sair do Site 1, já que eles tinham me feito o convite depois de eu ter postado no Twitter o meu desânimo com os resultados do Mundo Geek. Ao mesmo tempo, o dono do Site 2 tinha me pedido que eu postasse apenas sobre os filmes e sites novos, por isso eu poderia ficar nos dois. Mas depois que ele disse tudo aquilo que está no parágrafo acima, terminei que fiquei em dúvida do que faria. Já que ele tinha me permitido tudo, não tinha mais porque eu ficar nos dois, até porque, nessas novas condições, eu não conseguiria dar atenção aos dois de forma justa. Eu estava numa situação chata, porque já tinha sido apresentado à equipe do Site 1, e todos tinham me recebido muito bem, com vários “bem-vindo”. Cheguei até a publicar um texto lá sobre minha opinião de A Escrava Isaura e eles gostaram do texto e me parabenizaram. É um pessoal bem gentil e que me recebeu bem. Estava com pena de sair, até porque imaginava que no Site 2 talvez eu não tivesse essa receptividade toda por ser algo mais profissional e menos colaborativo. Seria uma relação mais fria e direta, acho. Mas como disse, não teria como ficar nos dois de maneira justa. E depois percebi que os meus objetivos pessoais se pareciam mais com os do Site 2 do que com os Site 1, e por isso eu poderia alcançar melhores resultados com o Site 2.

Escrevi para um dos donos do Site 1 explicando esses motivos, pedindo desculpas e agradecendo. Ele pareceu entender, mas não sei como reagiu o restante da equipe.

Eu fiquei esse texto todo me referindo aos sites como “Site 1” e “Site 2”. Mas agora já está quase tudo certo e resolvido, eu irei entrar no segundo, e aqui está o nome e o link dele: Alta Definição (link do Twitter na verdade). Terei um blog só meu lá. Inicialmente achei que seria uma coluna (o que quer dizer que os posts iriam diretamente para o site), mas ele me deu a possibilidade de escolher entre uma coluna e um blog, e eu preferi o blog, por ser algo mais pessoal, que não será totalmente do site, mas um pouco meu também. Só falta decidir o nome do blog (que não será o mesmo do nome do meu atual blog, porque ele precisará ser original). Assim que isso for resolvido eu entro lá e começo a postar. Estou animado por esse recomeço. A fins de registro, assim que eu entrar no site oficialmente atualizarei essa postagem com o número de seguidores e visitas do site, e dos meus seguidores no Twitter. Estou esperando que eles aumentem ao longo do tempo, e quero fazer essa comparação no futuro.

Espero que dê tudo certo. O dono tem grandes planos para o site, quer que ele seja um grande e conhecido site de entretenimento. Já vi blogueiros iniciantes com aspirações profissionais como ele, tão animados quanto, mas que depois desanimavam e desistiam. Espero que esse comportamento não se repita com ele, porque ele parece ter conhecimento suficiente sobre como fazer para ganhar dinheiro com o site (a ponto de sustentar o site, e quem sabe se sustentar), além de outros conhecimentos e ideias que podem fazer o site dar muito certo, se ele persistir.

Inicialmente o meu blog continuará no ar, mas depois, na continuação do tempo, vou ver com o dono a possibilidade de migrar as postagens antigas para o meu novo blog, para então poder fechar o antigo blog definitivamente.

O recomeço do blog de resenhas

À procura de um recomeço para um blog

Como eu disse na postagem anterior, além de querer mudar o meu estilo de escrita (o que não é coisa fácil, porque envolve algumas variáveis, e entre elas a mais importante é o conhecimento técnico do que se está falando), também estou procurando um novo lugar para publicar as resenhas de filmes e séries, porque o meu blog, que tenho há 2 anos não sai do canto em termos de visita. As visitas que eu tenho é mais ou menos a mesma quantidade todo mês, e vêm do Google, e sempre para as mesmas resenhas. Dessa forma, as resenhas mais recentes que publico, se ninguém se interessar em pesquisar por elas no Google, não recebem visitas. E o pior é que ele não vem rendido nada com os anúncios, porque mesmo essas visitas do Google são muito poucas. Se eu ganhasse alguma coisa, mesmo que pouco, e mesmo sem visitas ou leitores, eu continuaria com o blog. E se eu não ganhasse nada, como agora, mas tivesse leitores, continuaria também. Mas eu não tenho nem um e nem outro. E esse é o blog que eu mais dedico tempo, mas os resultados não apareceram. Se eu achasse um blog ou site maior onde eu pudesse comportar o meu conteúdo, seria melhor porque mesmo eu não ganhando nada, pelo menos teria leitores ou maiores visitas.

Então fui à procura, e não achei muita coisa. Blogs sobre cinema que eu achei foram blogs pequenos ou só um pouco maiores que o meu, e muitos deles também focados só em resenhas. Se eu publicasse resenhas neles poderia ficar repetitivo, porque de repente poderia ter duas ou mais resenhas sobre o mesmo filme. Acho que o problema para o meu blog não ter dado certo pode ter sido a falta de notícias ou outro tipo de conteúdo, que eu prefiro não escrever porque demanda muito tempo, ou exige conhecimento. Eu só queria escrever as minhas impressões sobre o que eu assisto, e é isso o que eu faço no meu blog. Mas não faria diferença se eu fosse para outro blog desse mesmo tipo.

Depois considerei a possibilidade de um site de um conhecido do Twitter, que é mantido por um grupo de amigos que se conheceram através de comentários na internet. Até cheguei a acertar tudo com eles, e até fui adicionado ao blog, mas quando entrei lá achei desorganizado. Eu já sabia que eles publicavam de tudo: televisão, política, música, livros, receitas e outros tipos de conteúdos. Eu já achava esse blog desorganizado por ter assuntos tão misturados e bem nada a ver um com o outro, mas terminei aceitando a proposta porque eu não tinha achado nada melhor. Mas depois que entrei lá vi que em algumas postagens existem conversas (sim, conversas) nos comentários do Disqus sobre coisas que tem nada a ver com o tema do post. Todo o pessoal que faz o blog, junto com os leitores que conheciam eles na época que também eram comentadores de outros sites, vão lá para conversarem sobre temas diversos e muita besteira (não é melhor um grupo no WhatsApp para isso?). São milhares e milhares de comentários. 3 mil, 5, 8, 12 mil e vai sempre aumentando. Isso me deu uma desanimada grande. Aquele blog tem alguns conteúdos bons e tem mais visitas que o meu, e poderia ser um lugar de muito potencial se fosse levado a sério. Em compensação eles não me fizeram exigência nenhuma. Eu disse a forma que escrevo os textos, o meu ritmo, o meu estilo e eles aceitaram tudo, me deixaram a vontade.

Depois conversei com o dono de um site de televisão, um site novo, de apenas 4 meses, que pertence a outro conhecido do Twitter. O site é bonito, organizado e os textos são de boa qualidade. Ele gostou da minha ideia de falar sobre filmes e séries, mas fez algumas exigências. Eu entendo o lado dele, totalmente, porque ele tem um grande projeto de profissionalização para aquele site. Mesmo sendo um site novo, ele já tem um grande número de visualizações, e inclusive o seu dono já foi chamado para participar da coletiva de imprensa para o lançamento da nova novela da Record. Pelo jeito que as coisas andam, ele vai conseguir fazer daquele site um lugar profissional, ou seja, ele vai conseguir trabalhar só para aquele site, ganhar dinheiro com ele, e ainda pagar quem escreve lá, isso no futuro. É um projeto animador, e às vezes penso que se eu não aceitar essa proposta agora, que o site está no começo, vou me arrepender depois. Depois que o site estiver grande talvez apareçam pessoas querendo entrar nele, mas aí já vai ser tarde demais. Mas o problema são as exigências feitas: ele quer que eu poste pelo menos uma vez por semana sobre algo atual. Às vezes eu postava no meu blog três vezes por semana, mas sempre era sobre filmes e séries antigos. Falar de filmes já antigos e que ninguém mais se interessa não é interessante para o site. Eu argumentei dizendo que não tem grandes lançamentos toda semana no cinema, então ele me mostrou um artigo de opinião do Omelete, que não era uma resenha, e sim um texto que especulava como seria a história de um novo filme da Netflix, que ainda não estreou, baseado nas mudanças que o trailer trouxe em relação ao anime, o material original que inspirou o filme. Eu disse a ele que não sabia escrever esse tipo de texto, porque ele requer conhecimento. A autora do post claramente conhecia o anime, por isso ela podia especular o quão diferente e distante o filme seria dele. Eu disse a ele que o pessoal do Omelete é nerd mesmo, eles sabem tudo (ou quase tudo) sobre o que envolve cinema, séries, quadrinhos e animes, que eu não era assim, e que eu era só um cara comum que gostava de assistir filmes e séries e comentar sobre elas depois. Eu já tinha dito a ele que as minhas resenhas não eram profissionais, e sim muito pessoais. Depois disso a conversa foi interrompida porque ele disse que tinha uma reunião com o pessoal do site, coisa que já tinha me avisado desde o começo.

Agora não sei o que eu faço: fico num site que me deu total liberdade para eu escrever do jeito que eu quiser e quando quiser, mas que é desorganizado e mais parece uma comunidade para amigos conversarem do que um blog de verdade, ou fico num site com tendências profissionais, que está em crescimento, que pode se tornar grande um dia, mas que me cobrará uma frequência de posts e tipos de textos que não tenho certeza se posso entregar? Se fosse analisar somente os sites em si, escolheria facilmente o segundo. As nossas necessidades nos completam (eu preciso de um lugar para publicar meus textos, e eles precisam de alguém que publique esse tipo de texto), mas nossas expectativas são contrárias (eu queria continuar escrevendo apenas as resenhas, e quando tivesse uma para publicar, já que ele só quer filmes atuais, mas eles querem não só isso, mas outros tipos de conteúdos). Ou então, uma terceira opção: abaixar meu facho e continuar com o meu próprio blog do jeito que ele está e com suas limitações.

Depois vou escrever uma nova postagem (ou atualizar esta) para dizer o que decidi.

À procura de um recomeço para um blog

Pensamentos e mudanças no blog de resenhas

Nunca pensei que diria isso, mas estou pensando em mudar o meu estilo de escrever resenhas de filmes e séries. Eu nunca escrevi resenhas críticas como as de profissionais da área, e nunca tive essa intenção. Sempre escrevi de modo mais pessoal, quase sempre em primeira pessoa, sempre dando a minha opinião de forma clara. Meus textos são todos pessoais, são a minha impressão e minha opinião sobre o que eu vi. Não gosto de ler resenhas muito rebuscadas, como acontece muito nas resenhas do Omelete (principalmente as de Hessel e Borgo), por não conseguir entender o que eles realmente acharam do filme até ver a nota que eles deram. Isso porque a crítica profissional deles é um texto tão elaborado e formal, que parece não dizer nada com nada. Eu não quero escrever assim, mas também estou sentindo a necessidade de mudar o meu estilo e sair do total informalismo. Não é que vou deixar de dar minha opinião pessoal de forma clara, e nem deixar de usar a primeira pessoa num texto, mas percebo que tenho que escrever textos mais sucintos e objetivos. Minhas resenhas de séries são sempre grandes, sempre tenho muitas coisas para falar da série inteira. Às vezes comento todos os grandes acontecimentos e o comportamento de todos os personagens. Eu gosto de escrever assim, externando todas as minhas impressões, mas não sei se teria paciência para ler uma resenha escrita dessa forma, se fosse escrito por outra pessoa. Quando estou na internet e vejo que o texto que estou para ler é grande, me dá logo preguiça. Se eu realmente estiver interessado em ler aquilo, respiro fundo e vou, mas se não for de grande interesse de verdade, desisto. Eu não quero que as pessoas façam isso com as minhas resenhas. Daí a necessidade de mudança.

Mas mudar o estilo de escrita não é uma coisa das mais simples. Se eu quero escrever mais resumidamente, preciso de mais conhecimentos técnicos sobre filmes e cinema (só sei o básico dos básicos, que todo mundo que acompanha as notícias e resenhas de outros críticos já sabem), para não ficar só refém da minha opinião pessoal e para poder dar alguma profundidade ao texto. Isso não é fácil.

Um outro pensamento que estou tendo sobre o Mundo Geek é em excluí-lo e achar outro lugar para postar as resenhas, porque faz dois anos que tenho esse blog e não consegui fazê-lo crescer em número de visitas e leitores. Eu acompanho um crítico que fez isso e foi bem sucedido. É Vinicius Machado, que escreve a coluna Sala Sete, que faz parte do Trendr. Ele escreve muito bem. Em uma conversa no Twitter no começo do ano ele falou que também tinha um blog, mas que depois que conheceu o Medium (a plataforma onde o Trendr está hospedado), gostou de lá e ficou. Entrou para o Trendr, e à medida que o site ia crescendo ele ia ganhando mais leitores. E leitores de qualidade, porque o Trendr é uma Publicação (como é chamado um blog no Medium) onde se fala de diversos temas e opiniões reflexivos, e que estimulam o debate nos comentários (e uma das coisas mais legais do Medium é o respeito que os usuários têm pela opinião uns dos outros). A sua coluna de cinema é a coluna oficial do site.

Então de janeiro para cá eu vinha publicado as minhas resenhas no Medium, na esperança que desse certo lá, mas já se passaram 7 meses e não deu resultado. Durante esse tempo descobri que tinha outros autores que também estavam publicando as suas resenhas lá. Alguns deles tinham mais recomendações (curtidas) nos seus textos que eu, porque eles tinham mais seguidores. Mas percebi que o sucesso não era a plataforma que trazia, e sim o site em que se publica. Se você é um autor sozinho no Medium, é a mesma coisa que ter um blog comum. Poucas pessoas vão ler seus textos. Mas se você está num site grande, o seu alcance é maior. Isso é bom porque traz visibilidade ao autor.

O que eu ganharia com essa visibilidade? Poderia assistir aos filmes em cabines de imprensa. Vinicius Machado participa dessas sessões. Para quem não sabe, cabines de imprensa é uma sessão de cinema que o estúdio/distribuidora organiza para mostrar o filme completo para a imprensa especializada antes da sua data de estreia. É por isso que os sites conseguem publicar suas críticas na data de estreia do filme. E essas sessões são de graça (!), mas você tem que ganhar um convite. Não é preciso você escrever para um grande veículo de comunicação para ganhar um convite. Você só precisa escrever sobre isso na internet, ter uma boa escrita e uma boa base de leitores e seguidores. Acho que hoje eu não tenho nada disso. Participar de uma cabine de imprensa é o sonho a partir de agora. Você não é o único a participar, tem várias outras pessoas e jornalistas lá também, mas nesse vasto mundo da internet, quando você consegue ser convidado, é como se a distribuidora do filme estivesse lhe dizendo: “nós sabemos que você existe e achamos que suas críticas têm seu lugar e sua importância na internet, por isso estamos lhe convidando”. Querendo ou não é um reconhecimento. Para quem começa na internet, sozinho e com um simples blog, e chegar a isso, representa um grande passo que foi dado. Sem contar com a parte de assistir filmes de graça (porque cinema é caro). Imagino que para quem está estudando Jornalismo ou é recém-formado isso tem um peso ainda maior, para quem sabe um dia escrever para um grande portal ou jornal.

Então resumindo: preciso mudar meu estilo de escrita de resenhas para tentar deixá-las mais breves e não tão pessoal, com o objetivo de ganhar um lugar nas cabines de imprensa, mas para isso também preciso ter conhecimentos. Esse é só um primeiro passo, porque se continuar com o meu blog, provavelmente nada mudará. Mas também tenho que procurar sites ou outros blogs que eu ache bons e que poderia me encaixar lá (e se me aceitarem). É isso. E tudo isso porque resolvi tentar melhorar as coisas e deixar de escrever para mim mesmo (parece até que estou procurando mais trabalho para mim rs), porque senão, poderia continuar tudo do jeito que está, que é um jeito mais simples e menos trabalhoso.

Pensamentos e mudanças no blog de resenhas

Tchau Tumblr! Indo para o WordPress.com

Bem, estou migrando para o Wordpress.com. O motivo é que faz tempo que venho percebendo que aqui no Tumblr não é o local ideal para os meus textos longos, pessoais e de opinião. Me sentia meio deslocado, porque por aqui as pessoas compartilham mais imagens, GIFs, vídeos, citações ou textos pequenos. Alguns textos eu gostaria que as pessoas vissem, principalmente as de opinião, e terminava que aqui esse tipo de conteúdo não é o preferencial do público.

Outra coisa que pesou na minha decisão de mudar de plataforma foi o editor de texto do Tumblr, que não é tão completo. Para mudar a cor ou tamanho da fonte, por exemplo, só por HTML, o que é ruim, porque quando você mexe no HTML e depois volta para o editor comum, a formatação de perde. Eu sofria com isso quando queria incorporar um tweet.

Outro problema do Tumblr é que ele não tem um arquivo de postagens organizado. Aqui é como o Facebook ou Twitter: o que você posta agora fica no lugar do que você postou antes, que se torna coisa velha e ninguém mais verá. Acontece que eu pego links de postagens antigas e coloco em novas como referência a algo que eu já tinha dito, e achar essas postagens antigas é complicado.

E por que WordPress.com e não Blogger? Porque o WordPress é o que mais se aproxima do Tumblr. Ele tem os “tipos” de postagens, que não funcionam de forma tão legal quanto aqui, mas pelo menos ele tem. Lá também é possível, além de seguir outros blogs e ser seguido, curtir uma postagem e reblogar, diferente do Blogger que só permite seguir (e que por lá é uma funcionalidade que quase ninguém usa e já se tornou ultrapassado).

Mas o WordPress.com não é só flores: lá não é possível fazer grandes mudanças na aparência do blog, não é possível desabilitar os comentários para todas as postagens (você só pode fazer isso de postagem em postagem individualmente), e eles colocam anúncios sem você ganhar nada com isso, só porque está usando a versão gratuita. Eu pensei muito nesses contras, mas concluí que a mudança vale a pena porque lá eu vou ter uma estrutura melhor do que a que é oferecida pelo Tumblr e Blogger, e esse tipo de blog é mais comum lá.

Eu adoro o Tumblr, e tomar essa decisão não foi tão fácil assim. Eu gosto do jeito social daqui, da facilidade em escrever e compartilhar algo, do template que eu uso (Optica) e que não consegui achar um igual no WordPress. Coloquei um parecido, mas não é a mesma coisa, e quando vejo o tema que uso nesse Tumblr me dá pena por ter que abandoná-lo. Mas esse é um passo novo que estou dando com o blog, e que é necessário.

Tchau Tumblr! Indo para o WordPress.com

Novo tema!

Depois que eu conheci o Medium, e decidi continuar no Tumblr percebi uma coisa: precisava mudar o tema daqui do Que papo é esse? para deixar a leitura mais confortável.

Antes eu pensava assim: letras grandes só deixam o texto mais longo, o que assusta as pessoas, e faz elas desistirem de ler. Por isso eu preferia usar um tema com letras menores (de tamanho normal).

O tema que eu uso desde que esse blog surgiu é o Single A, como você pode ver na imagem abaixo.

Gostei dele desde a primeira vez que o vi porque ele me lembrava muito um antigo template do Fique Sabendo!, em que é simples, com o fundo branco e detalhes verdes. E gostei dele também porque as letras eram menores, e eu pensava que isso dava a impressão que o texto era menor do que parecia, e quando as pessoas vissem isso leriam sem problemas. Eu me importo com isso, porque, como você já deve ter percebido, os meus textos são longos.

Mas depois do Medium, percebi que era exatamente o contrário. Eu li alguns textos longos com facilidade, e sem me cansar. Os motivos é que o visual de lá é totalmente branco, as letras são grandes e ficam no centro da tela. Isso me fazia me preocupar apenas em ler o atual parágrafo, e quando acabar ele, ler o próximo, e depois o próximo. E quando você menos se dá conta, já leu o post inteiro.

Enquanto isso, aqui, as letras pequenas poderiam desanimar as pessoas de lerem. Letras pequenas e sem serifa requerem maior esforço de leitura, o que cansa mais rápido. E ao ver o tamanho inteiro do texto, você desiste de ler.

Não fazer o leitor desistir de ler o seu texto é um ponto crucial quando ele é longo.

Depois, pesquisando na internet, vi um blog no WordPress com esse mesmo estilo do Medium. Ele não tinha barra lateral e nada. Era só o texto e pronto. Ele dizia que esse é um formato que está sendo cada vez mais usado, e que é bom porque afasta as distrações. E por distrações entenda: a sua barra lateral (sidebar), os seus widgets, ícones, detalhes do próprio template e muitas outras coisas presentes no seu blog que desviam a atenção da postagem.

E depois percebi que o novo layout do site da VEJA está nesse mesmo estilo. Eu não gostava da aparência de antes e era difícil ler alguma notícia inteira lá.

Depois me lembrei que o Clearly e o Feedly, que eu já uso há tanto tempo, também usam esse mesmo modelo.

Parece que cada vez mais blogs e sites estão percebendo essa necessidade de fazer o leitor continuar lendo o texto inteiro com uma aparência limpa e confortável aos olhos, e estão fazendo essa mudança. Por isso também decidi mudar e adotar esse novo estilo. Mas não vou aplicá-los aos meus outros blogs, porque neles as necessidades são outras. Aqui a necessidade é apenas de ser lido.

Peguei o tema Optica, fiz alguns ajustes, e pronto, foi assim que ficou!

O que acharam?

Novo tema!

Tumblr x Medium: semelhanças e diferenças

Semana passada eu conheci o Medium, uma plataforma de blogs bem simples com uma cara de rede social, em que a preocupação é apenas com o conteúdo. Eu achei a ideia de misturar uma plataforma de blogs simples com rede social parecida com o Tumblr, mas lá chega a ser melhor tanto para escrever quanto para ler textos, graças ao seu grande minimalismo, que ajuda a focar apenas no texto.

As grandes diferenças entre Tumblr e Medium é que no Tumblr você tem um blog de verdade. Você tem um endereço, e pode escolher um template (aparência). Lá no Medium não. O link que você tem lá á parecido com o do Twitter, o perfil de todo mundo é igual, com foto, capa, uma descrição, e as postagens logo abaixo. Não dá para personalizar nada.

Isso é ruim quando você realmente quer ter um blog para organizar as postagens, e bom quando você só quer postar e pronto. O editor de textos de lá é simples e ao mesmo tempo completo. Lá ele tem alguns recursos simples que aqui no Tumblr não tem e eu sinto falta, como poder centralizar o texto e imagem, e colocar legendas nas imagens.

Mas o que mais me chamou atenção lá é a experiência com a leitura. Eu li alguns textos grandes e nem me dei conta, mesmo ele dizendo a você quanto tempo demora (em média) para ler aquele texto. Depois percebi o motivo disso: ele tem uma aparência super minimalista, em que o fundo é todo branco, as letras são todas pretas, de uma fonte só e um tamanho só. São letras grandes, com serifa e bem confortáveis de ler.

Escrever lá também é muito bom porque a aparência do editor de textos é exatamente a mesma da página de postagem.

Pensei durante alguns dias sobre migrar para lá, mas depois decidi ficar aqui no Tumblr, por aquele motivo que falei mais acima: aqui é um blog, lá não. E eu quero ter as minhas postagens organizadas, colocar tags, poder achá-las quando quiser. Eu quero ter um endereço e poder personalizar o visual, mesmo que seja só um pouquinho.

Só depois de ter conhecido o Medium foi que entendi porque o Tumblr fez mudanças no editor de textos, que ficou um pouco parecido, sem uma barra de ferramentas fixa e com um “+” aparecendo para adicionar algo. Mas ainda estão longe de alcançá-los. Lá é bem mais fácil incorporar um tweet, mesmo não tendo uma aba para editar HTML. E como já disse, lá dá para colocar legendas em imagens, e textos centralizados facilmente, enquanto aqui no Tumblr você tem que ir no HTML para tudo, o que não é legal.

Espero que o Tumblr não fique parado e faça mudanças para melhorar. Se todo mundo descobrir e passar a gostar do Medium e de sua proposta, o serviço poderá perder muitos usuários.

Tumblr x Medium: semelhanças e diferenças

50 FATOS SOBRE MIM

Os vlogueiros estão com uma moda de fazerem vídeos com o título “50 FATOS SOBRE MIM” (assim mesmo, com todas as letras maiúsculas), e eu achei interessante, porque é uma forma das pessoas lhe conhecerem melhor e de você se lembrar de algumas características suas que muitas vezes nem você mesmo se lembra.

Eu não sou vlogueiro, e sim blogueiro, mas mesmo assim vou participar disso. Então confira abaixo 50 fatos sobre mim:

1 – Eu sou evangélico. Nasci na Assembleia de Deus e ainda continuo lá. Por ser
evangélico eu sempre tive pensamentos e comportamentos conservadores.

2 – No Ensino Fundamental 1 eu era considerado nerd, principalmente na 5ª e 6ª série (que hoje são chamados de 6º e 7º ano). Mas na verdade eu nunca fui nerd, só era esforçado para tirar nota boa.

3 – Outra prova de que eu não sou nerd, é que no Ensino Médio eu não ficava triste quando tirava 7 ou uma nota vermelha numa matéria que tinha dificuldade.

4 – Eu não gostava de Educação Física porque não sabia jogar nenhum jogo. Nunca soube jogar nada porque sempre fui muito caseiro.

5 – Também não gosto de assistir nenhum esporte. Nenhum. Por isso não torço por nenhum time. Apesar disso, eu gosto de assistir as Olimpíadas, mas não fico horas assistindo. Só algumas partes.

6 – Na adolescência (não faz muito tempo porque eu tenho 19 anos) eu tinha vários sonhos, uns bem altos, como querer trabalhar na Google (quem nunca?), e outros mais próximos da realidade, que eram os que eu seguiria na vida real.

7 – Hoje não tenho sonhos tão altos assim, e todos eles são mais perto da realidade.

8 – Um dos meus sonhos é falar inglês fluentemente e fazer um intercâmbio, nem que seja de um mês (claro que para esse intercâmbio de 1 mês eu já vou ter que ir para lá sabendo falar né?).

9 – Um dia eu quero ter um negócio próprio (uma empresa). Não sei se um dia eu vou desistir dessa ideia, já que agora estou mais focado em concurso público.

10 – Quero viajar pelo mundo.

11 – Eu nunca namorei, nem fiquei. Então também nunca beijei.

12 – Nunca namorei por falta de coragem. Eu sou muito tímido e nunca conseguia falar (e em alguns casos nem olhar na cara) com a pessoa que eu gosto. Espero que na vez que tiver que acontecer eu não tenha que tomar nenhuma atitude (porque é muito difícil), mas que aconteça mais naturalmente.

Atualização 02/04/2016: penso que hoje eu teria mais coragem do que há anos atrás.

13 – Até uma parte do ano passado eu pensava e dizia que não queria casar. Queria ficar solteiro para sempre para ter liberdade de sair e chegar a hora que quiser sem ter que dar satisfações, e para não ter mais uma preocupação e estresse na vida. Hoje estou com um pensamento diferente, e estou sim aceitando a possibilidade de um namoro e de um casamento.

14 – Semana passada estava nos TT’s do Twitter a tag
#PraNamorarComigoPrecisa. Eu participei colocando as minhas “exigências”:

Sou exigente? rs

15 – Eu me irrito facilmente, mas já fui pior um dia. Agora eu tento me acalmar mais.

Atualização 02/04/2016: a cada ano que se passa venho sentido um melhoramento quanto a isso. Deve ser a idade.

16 – Eu usei um colete para coluna durante um ano. Ele não adiantou de nada e até hoje a minha coluna é torta. Para deixar ela reta só com cirurgia.

17 – Eu tenho medo de agulha, por isso não gosto de tomar injeção e nem tirar sangue.

18 – Se eu tenho medo de agulha também tenho medo de fazer cirurgias, por isso não faço o de coluna. Prefiro ficar com ela do jeito que está.

19 – Sou muito sério. Acho que isso afasta as pessoas que não me conhecem.

20 – Depois que a pessoa me conhece a um tempo (mais de um ano) ela costuma dizer: “olha tu tá se soltando” ou “tu tá melhorando, tu era muito tímido”, mas na verdade não é que eu melhorei, e sim que eu vou me mostrando mais e as pessoas vão me conhecendo melhor no decorrer do tempo. No Ensino Médio teve gente que dizia que achava que eu era de um jeito, mas depois que me conheceu viu que eu era de outro. Por causa da minha seriedade as pessoas costumam fazer pré-julgamentos se baseando apenas na minha aparência.

21 – Sou muito magro (e estou abaixo do peso) porque não consigo comer muito. Quando como mais do que aguento me sinto mal e com vontade de vomitar (e isso não é anorexia e nem bulimia).

22 – Por isso eu como sempre nos horários certos. Se eu comer algo de 10 da manhã, não sinto fome para almoçar. Isso acontece em qualquer horário.

23 – Sou muito caseiro. Não gosto de sair muito, a não ser quando tenho que resolver alguma coisa ou quando já faz tempo que não saio.

24 – Eu, diferente da minha mãe, quando vou fazer alguma coisa em Recife ou no Shopping vou só para aquilo e pronto. Não paro para ficar olhando as lojas e as vitrines.

25 – Só gosto de olhar lojas e vitrines se tiver dinheiro para comprar, senão, eu não olho. Não adianta ficar olhando, gostar da coisa, ficar querendo e não poder comprar.

Atualização 02/04/2016: hoje eu paro para ver livros, revistas e camisas de super-heróis.

26 – Sou muito organizado, e não gosto de desorganização. Não sou perfeccionista.

27 – Na internet (atualmente) eu gosto de ler sobre cinema, séries, televisão e curiosidades. Também dou uma lida rápida em notícias de quadrinhos. De vez em quando leio sobre tecnologia, mas não tenho mais o mesmo interesse que tinha antes.

28 – Quando eu estava no Ensino Médio via várias pessoas lendo livros e eu pensava que elas estavam perdendo tempo por lerem livros tão grossos que não acrescentaria conhecimento nenhum. No 3º ano eu comecei a ler a coleção Diário de um Banana, que tinha na biblioteca. Eu lia quando o professor já tinha dado a aula e deixava a turma sem fazer nada. Gostei tanto desse tipo de entretenimento que depois ficou um vazio nesse tempo que eu lia. Então comecei a ler o livro São Bernardo, de Graciliano Ramos, que é ótimo. Infelizmente não deu tempo de concluir. Ainda tenho que terminá-lo.

29 – No ano seguinte eu entrei na faculdade e me esqueci dos livros durante um tempo. Só no meio do ano foi que comecei a ler outro livro, A Menina que Roubava Livros, que eu ouvia falar muito bem e ia lançar o filme em janeiro de 2014. Então me apaixonei de vez pela categoria e hoje eu sempre leio um livro para escrever a resenha no Mundo Geek. É muito bom porque você se entrete, se envolve com os personagens, ri e se emociona, e o tempo passa rápido, ótimo quando você não está com nada para fazer. É como assistir um filme ou uma novela. Também dá para aprender palavras novas, dependendo do livro.

30 – Adoro filmes de super-heróis. Estou me envolvendo muito com eles, pesquisando, me informando sobre eles, e até lendo quadrinhos de vez em quando, para conhecer melhor o personagem e entender o filme (que às vezes tem coisas que só quem entende é quem lê os quadrinhos ou está bem informado). Gosto tanto que quero ter as camisas de super-heróis (que estão na moda) e alguns acessórios personalizados que eu vejo na internet.

31 – Apesar disso, demorei para descobrir o Universo Cinematográfico da Marvel, porque eu não era muito ligado nisso. Quando assisti Os Vingadores pela primeira vez achei legal, mas não dei muita importância porque não tinha entendido os diálogos muito bem. Só depois, quando assisti Capitão América: O Primeiro Vingador, e depois assisti novamente Os Vingadores é que eu entendi a proposta da Marvel e passei a me interessar mais pelos seus filmes e pelos seu universo.

32 – Depois desse interesse por filmes de super-heróis comecei a me interessar também por filmes de modo geral. Eu ainda estava lendo A Menina Que Roubava Livros (que demorei meses para ler porque não tinha tempo), e então resolvi começar a publicar as minhas resenhas. E foi aí que eu comecei a ser geek (apesar de eu ter descoberto ser um geek só 1 ano depois).

33 – Eu nunca fui ao cinema. A primeira vez vai ser no dia 25 de abril, para assistir Vingadores: Era de Ultron. Estou muito ansioso pelo filme e pela experiência. Mas essa não será a primeira e única que vez que eu vou. Já fiz uma lista de filmes que eu vou ver no cinema esse ano. Faço questão disso porque são filmes que estou interessado em ver e agora eu estou mais envolvido com filmes por causa do Mundo Geek. Abaixo está a lista:

image

Tem gente que vai todo mês ou toda semana, mas eu acho um exagero. Não dá para ficar gastando dinheiro à toa com qualquer filme que está em cartaz. Eu só vou para os que eu quero mesmo assistir.

34 – Não sei andar de bicicleta.

35 – A primeira vez que fui para um parque de diversões tinha 16 anos. Minha mãe tinha 36, minha irmã 11 e meu pai 45. Foi a primeira vez de todos.

36 – Me expresso melhor escrevendo do que falando. Por isso que eu gosto de ser blogueiro.

37 – Às vezes quando falo me atrapalho um pouco na pronúncia (geralmente isso acontece com as pessoas que não tenho intimidade, porque fico um pouco nervoso, graças a minha timidez).

38 – Sou chato. Quando não gosto de alguma coisa fico reclamando.

39 – Não gosto de gracinhas. Geralmente quando alguém faz isso comigo eu procuro não ter amizade com ela, mas a trato educadamente. Fico calado, parado e se possível isolado. Não que eu quero que isso aconteça, mas acontece. É como se fosse um sistema automático de defesa do meu corpo e da minha mente.

40 – Não sou criativo. Não gosto de fazer trabalhos em que tenho que criar algo, porque não sai nada da minha cabeça.

41 – Não sou bom em Exatas.

42 – Depois da escola achei que nunca mais precisaria estudar aquelas matérias de novo, mas estou estudando elas para concurso, e não tô gostando muito. Até de português não estou gostando, que era uma matéria que eu me dava bem na escola.

43 – Eu gostaria de escrever um livro narrativo, e até tenho umas ideias que surgem de repente na minha cabeça, mas quando eu escrevo a ideia, não consigo desenvolvê-la. E depois que a ideia acaba, pronto, já não sei mais o que escrever. Talvez isso aconteça porque escrever narrações é algo que também exige criatividade. Essa é a escrita criativa.

44 – Os países que eu mais tenho vontade de conhecer são (nessa mesma ordem): Estados Unidos, China, França, Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Canadá, Israel e Egito.

45 – Tenho vontade de adotar uma criança um dia.

46 – Pego gripe e resfriado facilmente. Não sei o porque disso. Não é falta de vitamina C porque teve uma época que eu estava tomando todos os dias e mesmo assim fiquei resfriado. A situação é tão séria, que nesse ano de 2015 eu resolvi fazer uma planilha para anotar sempre que eu ficar doente. Nela eu digo a doença que eu tive, quantos dias fiquei doente, e as datas que isso aconteceu.

47 – Não gosto do Facebook porque acho que as pessoas só postam besteiras lá. Tem muita coisa engraçada, mas não tenho tempo para ficar horas vendo apenas esse tipo de conteúdo. Eu entro lá de vez em quando, quando tenho alguma coisa para fazer, mas não atualizo o perfil com frequência. Demoro meses, e ele fica lá cheio de moscas e teia de aranha. Quando publico alguma coisa é um link, que as pessoas não costumam compartilhar no Facebook.

48 – As redes sociais que mais uso e gosto são o Google+ e Twitter. O legal do Google+ é que você só segue quem quiser e por isso pode escolher o conteúdo que vai ver. Lá eu só vejo coisas que eu gosto. Geralmente compartilho coisas de tecnologia, notícias, curiosidades, e participo de algumas comunidades de cinema e séries para compartilhar sobre esses temas com um público específico. No Twitter eu falo sobre televisão. Não tem ninguém que fale sobre isso no Google+, e no Facebook são poucas pessoas. O Twitter é o local apropriado para isso porque você pode comentar facilmente o que está assistindo na televisão. E por isso você pode seguir pessoas com gostos parecidos e conversar com elas sobre esses assuntos.

Atualização 02/04/2016: hoje eu uso mais o Twitter, e uso bem menos o Google+. Lá no Twitter eu não falo mais só sobre televisão, mas de outras besteiras também (coisas do dia a dia, filmes, etc.).

49 – Eu já pensei em fazer Psicologia um dia. Felizmente eu me decidi por Administração. Recentemente dei uma olhada na grade de Psicologia e vi que talvez eu não me desse bem. O que eu quero mesmo estudar é Inglês, e em médio prazo fazer Teologia. Pode ser que num futuro distante eu faça História (que eu gostava de estudar na escola) e me arrisque em Psicologia. Eu falo mais sobre isso aqui.

50 – Não gosto de fazer apresentações de trabalhos. Apesar de eu fazer isso desde o 1º ano do Ensino Médio, sempre fico nervoso.

BÔNUS (teve uma hora que eu tava sem ideia do que escrever, mas depois me apareceu mais que 50 fatos):

51 – Sou tímido (como já deu para perceber lendo essa postagem).

52 – Não sou romântico.

53 –

50 FATOS SOBRE MIM