Países desenvolvidos têm algumas características em comum

Uma das coisas que gosto de fazer na internet de vez em quando é ler sobre os costumes e cultura de diversos países. Dá para descobrir essas informações numa simples pesquisa Google (se você pesquisar por um item específico, como “educação”, “festas” ou “Natal”, por exemplo), em canais do YouTube e em blogs específicos de brasileiros que moram nesses países e falam como é lá. Depois de ler sobre alguns países pude concluir que os países desenvolvidos têm algumas características culturais e de comportamento em comum. Não são características ou traços que definem um país, e sim pequenos detalhes que não influenciam em muita coisa, mas que estão presente em todos eles, e que não pude deixar de perceber. Então pelo que eu percebei, nos países desenvolvidos:

  • As pessoas são mais fechadas e reservadas, mais difíceis de fazer amizade. Provavelmente você não encontrará pessoas falando com estranhos numa fila ou na parada do ônibus, por exemplo, enquanto no Brasil isso é comum.
  • As temperaturas desses países são mais frias, principalmente no inverno. Isso me fez pensar: será que existe uma relação entre países com temperaturas frias terem habitantes também mais frios, fechados e reservados? Enquanto eu percebi esse padrão nos países desenvolvidos, também percebi que nos países onde as temperaturas são mais quentes, as pessoas costumam ser mais sorridentes, alegres e supostamente mais sociáveis, mas em geral esses países são subdesenvolvidos (não cheguei a ler sobre esses países, geralmente leio só sobre os desenvolvidos mesmo). Não achei nada que pudesse comprovar isso, mas seria interessante se alguém pudesse fazer um estudo científico disso para ver se existe mesmo essa relação, ou é apenas uma enorme coincidência.
  • As pessoas são mais educadas uns com os outros e respeitam mais as leis e a organização do sistema.
  • As pessoas são sempre pontuais.
  • Se usa mais as escolas e hospitais públicos, de uma maneira geral (sejam eles gratuitos ou pagos).
  • As pessoas são mais honestas, e por isso a confiança entre elas é maior.
  • Existe uma alta porcentagem de pessoas que se consideram sem religião ou ateus. Parece que quanto maior a qualidade de vida de um país, independente do custo de vida, maior o distanciamento da sua população das religiões. É como se já que as pessoas têm tudo, não sentem necessidade de pertencer a nenhuma religião. Mas talvez elas sejam infelizes internamente, como no caso da Nova Zelândia, que apesar de ser um país de primeiro mundo, com alta qualidade de vida, ótima educação e segurança, tem grandes índices de suicídio entre os jovens. O fato das pessoas desses países serem mais fechadas deve contribuir ainda mais para a depressão. Isso mostra o quão importante é Deus e o evangelho na vida de uma pessoa, e não só a qualidade de vida material. É como diz na Bíblia:

Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

– Mateus 4:4 (ARC)

Bem, e são essas as características em comum que eu percebi entre os países desenvolvidos. É claro que dizer que os países desenvolvidos são iguais só por causa dessas características que eles têm em comum é um erro, mas também acho elas vão além de uma mera coincidência. Pelo que percebi esses atributos têm mais a ver em como o grau de desenvolvimento de um país e a sua localização no mundo influenciam no comportamento das pessoas. Alguns deles são mais consequências por um país ser de primeiro mundo do que as causas.

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Países desenvolvidos têm algumas características em comum

Natal e os filmes de Natal

Hoje assisti ao filme Polo Norte, de 2014, na Sessão da Tarde. Não tinha assistido ainda. E assim como todo filme de Natal, a minha opinião e sentimento é esse:

Ele é um filme simples, mas com história bonitinha. Os atores são razoáveis, e me parece que esse é um filme de TV, mas eu gostei mesmo assim, simplesmente porque adoro filmes de Natal. Eles trazem um clima de amor, amizade, solidariedade e esperança que eu acho muito legal. Mesmo sendo filmes simples, e sua na maioria infantis, essas mensagens são bonitas e toda a magia em torno do Natal também é legal de ver. Lá se fala em Papai Noel, presentes, neve, família reunida com alguns amigos próximos ao redor da mesa naquele momento que eles parecem considerar muito, e esperar muito, porque é um dia especial. Os filmes geralmente acabam com um final feliz, mostrando como a magia do Natal pode transformar tudo. A vida real não é assim. Nem tudo tem final feliz, e a magia do Natal não contribui em nada. Mas a mensagem que esses filmes trazem com esse final feliz é a de que devemos sempre manter a esperança, lutar pelos nossos objetivos, dar o nosso melhor, e fazer o melhor pelo próximo. O filmes de Natal tratam muitas vezes de união. União por um bem comum, por um objetivo maior, para ajudar quem precisa, para apoiar alguém, mesmo que sejam pequenos gestos. Em resumo, os filmes de Natal tratam de histórias sobre amor ao próximo.

Todos os filmes e séries que assisto que falam de Natal mostram essas características que falei. São coisas que não vejo aqui no Brasil. Aqui é uma tradição que reúne famílias também, mas acho que é diferente. Na minha família, por exemplo, todo ano vamos para a casa da minha avó, tanto no Natal quanto no Ano Novo. E vai todo mundo: os filhos, os netos, as noras, os genros, e alguns ainda levam os seus amigos pessoais. A casa fica cheia. Tem uma mesa cheia de comida para cada um se servir, mas as pessoas ficam segregadas. Algumas ficam na sala, outras no terraço, e outras no quintal. Não tem aquilo que vejo nas séries e filmes, de todos ficarem ao redor da mesa desfrutando daquele momento único e especial, pela qual tanto se espera e tanto se faz preparativos.

Atualização 23/12/2016: Esses filmes americanos são tão presentes aqui que eu tenho vontade de passar um Natal nos Estados Unidos ou Canadá para ver como é. Nessa postagem original, além de comparar a forma que as famílias se reúnem no Brasil e nos Estados Unidos para comemorar o Natal (parágrafo anterior), eu falei ainda que o Natal no Brasil era um pouco banalizado, porque parecia ser só uma festa qualquer, e que talvez nos Estados Unidos não fosse assim. Mas disse talvez, porque o próprio filme Polo Norte, que assisti naquele dia, falava que as pessoas estavam deixando de acreditar no Natal. Tudo bem que aquele é um filme infantil, mas talvez seja isso mesmo o que esteja acontecendo na realidade. Talvez as casas e as ruas sejam enfeitadas de pisca-pisca e árvores de natal, mas as pessoas não liguem tanto para isso. Talvez elas já tenham feito daquilo uma rotina anual, e esse sentimento de magia e dia especial não existe mais (aliás, tenho uma citação ótima desse filme aqui). Talvez os filmes e séries sejam feitos assim, com todos esses clichês, justamente para tentar estimular e resgatar esse sentimento que se perdeu ao longo do tempo.

O que me ajudou a pensar assim, e ver que o Natal é comemorado de formas diferentes de acordo com a cultura do país, mas que esse sentimento especial que os filmes e séries mostram na verdade pode não existir, foi quando assisti hoje ao filme O Natal dos Coopers. Aliás, é um ótimo filme. No link abaixo tem a minha resenha sobre ele. Recomendo que leiam e depois assistam ao filme.

Natal e os filmes de Natal

A diferença entre um país desenvolvido e subdesenvolvido

O Globo Repórter da semana passada (29/05/2015) falou sobre a Nova Zelândia, e eu achei muito interessante algumas características das pessoas de lá. Assim que o programa acabou eu postei tudo o que estava pensando no meu Twitter. Agora estou reunindo aqui todos os meus tweets sobre isso:

Confirmado: a Nova Zelândia é o 2º país menos corrupto do mundo, segundo o ranking da ONG Transparência Internacional de dezembro de 2014. Em 2013 ela estava em 1º lugar.

A diferença entre um país desenvolvido e subdesenvolvido